É urgente
ouvir:
para
sentirmos o que nos dizem.
É urgente
parar:
para agirmos
para os outros.
Esta pressa
frenética,
que nos
empurra
para as
traseiras
das relações,
traz-nos um
beco
sem saída
de
emergência.
A pressa
deveria
ser presa
nos calabouços
do tempo;
fechada a
sete chaves
no cofre da
eternidade.
É urgente ver
os valores onde
estão:
na
prateleira, imaculada,
da estante
das emoções
ou na mão,
estendida,
de quem não
teme
viver para
quem sobrevive.
É urgente
deixarmos
de ser quem
temos sido
para
passarmos a ser
aquilo que
deveríamos dar.

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