Eu tenho um
eu
dentro de
mim
com quem
partilho
o melhor e o
pior que eu tenho.
Eu converso
com o eu
quando me
apetece
e o que me
agrada:
reclamo e o
eu ouve;
observo e o
eu anui;
critico e o
eu cala-se.
Fantástica
esta relação
que eu tenho
com este eu
tão
compreensivo
com as
manias que eu sei que tenho,
mas que
escapam
ao controlo
das minhas forças.
(Sim, sou um
fraco.)
O que me
vale é este eu
que não me
deixa cair em mim
e sair porta
fora a conversar
com qualquer
pessoa
que se cruze
no meu caminho.

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