Fresco e cheio
de pujança,
o rio
serpenteia-se
por montes e
vales.
Atravessa campos.
Invade matas
repletas de
verdes plantas,
puras na sua
mais
profunda
essência.
Desenha
lagoas de encantar.
Desliza em
cascatas
exóticas de
cor e emoção.
Corre.
Corre sempre,
sem nunca
parar.
Pode pausar
aqui.
Desviar-se
para aquele ali.
Mas o rio
corre sempre.
Corre com a
força que tem.
Com a força
que lhe dão.
Corre
para a
imensidão da vida.
Para o
expoente máximo
da libertação.
Luta contra a
muralha das ondas.
Contra o
batalhão
salgado que
quer conquistar.
E entra.
E penetra no
auge do seu propósito.
E neste fim,
que nunca
mais acaba,
a felicidade
simplesmente
acontece.

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