Caos instalado,
latente,
calado
pelas vozes
que se ouvem e ditam o que deve ser feito.
Tudo é
estranho.
Tudo é
incerto.
Um olhar
insistente;
uma palavra
carente:
é a desordem
da mente
do Homem que
se quer forte não obstante a fragilidade do momento.
Suportamos
este Eu que carregamos no fardo da nossa existência.
Sentimo-nos
impotentes perante a multiplicação do que vai em nós.
Somos
passagem.
Somos um
corpo que vai
com a ligeireza
que é.
Somos a
desordem
do que somos
e a
evidência
do que
sentimos.

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