Voltar a
ver.
Voltar a
estar
com aquele alguém
que não via há tanto tempo
que o
próprio tempo se esqueceu de quanto.
Voltar a
encontrar
aquele amigo;
aquele
familiar.
Voltar a
conquistar
a confiança e
à-vontade perdidos nos acasos da vida.
Buscar no mais fundo de mim
palavras que
ficaram a pairar no ar das intenções
e que se
escapuliram das minhas atenções.
Quebrar a
barreira da timidez
que teima em
congelar o calor das emoções.
O reencontro
(qualquer que ele seja) é sempre bom. É sinal que ainda cá estamos. Podemos
estar longe, mas cá estamos. E se a casualidade estiver, porventura, esquecida de nos fazer cruzar
algures por aí, temos nós que nos lembrar a sensação boa que é reencontrar
aquele alguém que já fez parte de nós.

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