Faço
acontecer
no momento
da vontade
que me foge
do controlo.
Faço no
impulso
sem pensar
no que vai
ou no que
vem a seguir
a me perder
em ti.
Faço com o
capricho
do que quero
para mim:
completar
este vazio
que me enche
os dias
seguidos de
nada
que me importa.
Faço porque
quero
que haja
vida
para além
deste mundo
onde estou,
mas não sou.
Faço porque
me apetece
fazer o que já
faço
desde que
mando em mim.
Desde que me
senti
com a força
que sou:
levo-me para
onde
eu quero ir.

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