Estou aqui,
mas não sei
que lugar é este.
Sinto que caí
no abismo de
um pesadelo
e despertei
no cimo da
realidade.
Ardem-me os
olhos
com o frio
que sinto
na pele
arrepiada
pelo que
vejo.
Busco um
sinal
de alento no
desconhecido:
o espesso
nevoeiro
cobre os
rostos
de quem por mim
passa.
Não me
reconheço
na penumbra
que se esvai
no horizonte
já perdido.
Sinto os
meus ossos
a tocarem
este ar
cheio de
desprezo e repulsa.
Sufocada,
acordo
na cama que
já amei.
Afinal, o
Sol ainda brilha
e o dia está
só a começar.

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