Quando não
estás:
és o ar que
me respiras:
o fôlego que
me alimenta.
Sou atalho
sem norte.
Caminho à
sorte.
Quando não estás:
levas o meu
refúgio:
cresces as
paredes
que nos revestem.
Sou solidão
ninguém.
Esta solidão
de estar só
é pena
sofrida
por pecados:
não sei.
Talvez (quem
sabe?),
de uma vida
que já tive.
Quando não
estás:
os meus
fantasmas
e os meus
demónios
são os
amantes
da minha
alma somente.

Sem comentários:
Enviar um comentário