Abraça-me.
Não digas nada.
Abraça-me.
Faz-me encolher e, pequenina,
aperta-me contra o teu corpo fortificado.
Quero enroscar-me
e voltar a sentir-me numa redoma
plena de tranquilidade e segurança.
O calor do teu peito robusto
acalma os meus fantasmas
e faz-me desmaiar nesses braços que preciso.
Um abraço.
Caloroso.
Protector.
Coloca-me nessa muralha que é tua
e minha de cada vez que me dás
um simples e sentido abraço.

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