Todos nós precisamos de ter um pilar na vida.
Um pilar que nos aguente; que nos suporte; que leve com todo o nosso peso e
fique, ali, impávido e sereno, como se nada se passasse.
Esse pilar é fundamental na nossa formação
enquanto pessoas que vivem em sociedade; dá-nos uma segurança e um conforto que
só percebemos anos mais tarde.
Quando somos jovens, e cheios de prepotência e
arrogância, não queremos ver a sua importância. A nossa crítica e maledicência
não permitem a clara visão de quão vital é para o nosso futuro.
Normalmente, e seguindo a suposta ordem
natural da vida, o nosso pilar é os nossos pais:
são eles que nos carregam e encaminham para
onde consideram ser o melhor;
são eles que nos dizem mais vezes NÃO do que
gostaríamos, mas só o fazem porque, instintivamente, sabem que o NÃO é
fundamental para a nossa sobrevivência.
No entanto, algures, em algum momento da nossa
vida, podemos vir a ser o pilar de alguém: do companheiro; do amigo; do
sobrinho; do irmão; do pai.
É bom, e saudável, termos um pilar para, um
dia, podermos ser o pilar de alguém.
A vida é tudo menos previsível ou linear. Aliás, ela é mais enredada que um novelo desalinhado arrumado a um canto porque ninguém consegue dar conta do recado. Daí a nossa necessidade de um pilar. Seja intrincada ou dolorosa; cheia de pedregulhos ou de gravilha, a vida com um pilar é, simplesmente, mais bonita.
A vida é tudo menos previsível ou linear. Aliás, ela é mais enredada que um novelo desalinhado arrumado a um canto porque ninguém consegue dar conta do recado. Daí a nossa necessidade de um pilar. Seja intrincada ou dolorosa; cheia de pedregulhos ou de gravilha, a vida com um pilar é, simplesmente, mais bonita.

Gostei da reflexão; é bom ter um pilar na vida, só damos o devido valor quando o perdemos, e, passamos a ser o nosso próprio pilar.
ResponderEliminarObrigada Manuela Reis e parabéns pelo blog.