Fecho os olhos;
não vejo nada.
Está tudo escuro;
apagado de uma luz inerte
que insiste em me iluminar.
As sombras, que me surgem,
assustam e afugentam
o meu sonho já por si débil.
Não posso continuar, assim,
neste estado desligado;
apagado de mim.
Tenho que abrir os olhos
e enfrentar esta luz que me desafia.
Quero vê-la radiante
de cores e borboletas;
de pássaros e melodias.
Quero vê-la como se fosse
a primeira vez.
Só assim serei feliz.
Só assim poderei ser eu.

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