Preciso de ser arrogante.
Arrogante com as vicissitudes
que me são apresentadas.
Arrogante com o comodismo
e o conformismo.
Vou encher o meu peito
de uma certeza que não conheço
e libertar, finalmente,
este fogo que me apaga.
Preciso de ser arrogante.
Arrogante com uma guerra
que, sei, tenho que enfrentar.
Arrogante com o medo
e a incerteza.
E com toda esta minha arrogância
irei escudar-me
da arrogância
das minhas inquietações...

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