O Ser Humano,
no seu todo, é bastante curioso.
Ao longo da
nossa existência tem havido evoluções significativas que comprovam a sua enorme
sapiência. Basta olharmos à nossa volta e vermos o que temos e do que fomos
capazes de inventar. Elementos básicos do nosso dia-a-dia, como a luz, são a
prova viva do conhecimento e da criação. O mérito de tudo isto é nosso! E disso
devemos ter todo o orgulho possível.
Todavia,
como tudo na vida, somos bons, mas não somos, de todo, perfeitos. Erramos e
erramos muito. E erramos no básico, não do conhecimento, mas da própria
humanidade. Erramos quando olhamos apenas para o que temos e fechamos os olhos
para o que somos e para quem temos. Esquecemos de olhar para as pessoas e pelas
pessoas. Estamos numa sociedade cada vez mais material e menos humana. Cada vez
mais interessada e menos interessante.
Ainda bem
que evoluímos e temos o conforto que daí adveio. Mas de nada vale esta ambição
desmedida se desprezarmos a nossa essência e deixarmos de ser humanos e
passarmos a ser máquinas humanas de produção.

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