Escrever vem
de mim. Vem bem de dentro de mim. Está, aliás, em mim.
Escrever
desafoga-me. Liberta-me. Escrever é tão espontaneamente libertador que no fim
de cada texto há em mim uma sensação de “já está”.
Cada palavra
escrita flui de mim naturalmente. Serenamente. E não conceberia de outra forma.
Por tudo
isto, decidi não adoptar o novo Acordo Ortográfico. Na minha singela opinião, a
escrita não deve estar envolta em imposições e obrigações. Deve ser livre e
espontânea para que o seu autor possa dar asas bem largas à sua imaginação, sem
medo de errar uma qualquer nova regra que lhe querem incutir, forçosamente.
Deste modo,
continuarei a escrever, assim, com subtileza, selecção e muito afecto.
Obrigada por
me lerem!

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