O som
melodioso e encadeado que nos entra pelos ouvidos e invade a mente
traz consigo memórias, por vezes, bem guardadas e melhor esquecidas.
Emoções,
momentos,
encontros,
desabafos...
No
entanto, faz-nos falta. Muita.
Faz-nos,
inclusivamente, mossa quando a deixamos algures na juventude
completamente ostracizada pelo nosso egocentrismo de adultos
aborrecidos e insípidos.
A música
deve fazer parte das nossas vidas já que faz parte de nós. Está em
nós.
A música
é o nosso pecado calado.
O nosso
prazer.
A arte
da beleza e a beleza da arte.
É tudo
e é nada.
Não se
apalpa, mas toca.
Não se
vê, mas sente.
A música
é universal. Transversal.
Impossível
imaginar o mundo sem música, pois, sem ela, este mundo, já de si
agressivo, deixaria de ter momentos apaziguadores e reconfortantes.
Haveria, só e apenas, um ruído exacerbadamente ensurdecedor.
(Silêncio!...)
A música vai começar...

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