Normalmente,
sou optimista e tento ter uma visão positiva da vida. Problemas todos nós
temos. Uns mais complicados de resolver. Outros mais simples. Mas o que é certo
é que ninguém está livre de chatices! Aliás, a vida é tão recheada e coberta de
chatices que mais parece um bolo daqueles bem enjoativos, mas aparentemente
apelativos.
Ao longo da
minha vida tenho-me deparado com situações com as quais tenho lidado da melhor
forma possível. E qual é? A “visão de copo meio cheio”. Decidi, ou melhor,
optei por olhar para o copo meio cheio em vez de o ver meio vazio. Basicamente
é isso. Cheguei à conclusão que muitas vezes não adianta de nada, de nada mesmo!,
lamentarmo-nos daquilo que não temos ou não fizemos ou não tivemos ou não
fazemos. Nada. Não adianta de nada. Então, em vez de estar virada para o muro
das lamentações e de costas para o que realmente interessa, decidi,
conscientemente, que o melhor seria mesmo apertar o sumo da minha laranja e
espremê-la até à última gota. Aproveitá-la. Desfrutá-la. Enquanto a tenho.
Enquanto cá estou.
A perfeição
é uma utopia. A felicidade efémera. Por isso, não corro atrás de elefantes brancos.
Corro, isso sim, atrás de objectivos bastante concretos e esses começam já
hoje. Não amanhã, porque esse é sempre o eterno desconhecido. Não ontem, porque
esse já foi. Foi e não volta mais. Ponto final.
Não pensem
com isto que sou uma força da natureza. Muito pelo contrário. Considero-me uma
formiga. Uma aprendiz de formiga que trabalha e canta ao mesmo tempo! Apenas
isso.
A minha
fraqueza humana quer, por vezes, ser mais forte do que eu, mas não permito tal
desfaçatez! Nem pensar!
Assim, meus
amigos, quando estiverem perante situações que vos parecem ser o tal do abismo,
não dêem um passo em frente, obviamente!, nem um passo atrás. Sentem-se.
Observem. Reflictam. E levantem-se quando a vossa força for maior do que o que
se vos depara. Coragem!

Ao Copo meio cheio!!!!
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