Se eu pudesse,
pegava nos ponteiros
do relógio e andava
com eles até
mudar o rumo da vida
de quem gosto:
fazia dos sonhos
a realidade por que suspiram.
Se eu pudesse,
pegava no mundo
de pernas para o ar
e sacudia a poeira
das almas aflitas;
fazia do caos
a ordem necessária:
a beleza da perfeição.
Se eu pudesse,
fazia a borboleta voar
até ao início da vida:
seria o renascer
de um mundo novo:
a ressurreição
de toda a existência
do universo.

E o mundo seria melhor...sem poeira...
ResponderEliminarGostei!