Entrego-me
no ímpeto
do que me
apetece;
no instinto
animal
de me dar sem
contar.
De portas
abertas
para o
impulso que nos extasia:
à luz da
noite ou do dia.
Sem segredos
nervosos,
nem gemidos
apagados.
Entrego-me na
vontade
de saciar o teu
querer;
na perdição
em que te encontras
fazemos
acontecer:
o tempo
esquece-se de nós
absorvidos na
fantasia consumada.
Entrego-me
no prazer
de vires até
mim
com a paixão
de quem é tua…

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