Sou
desatenta.
Não vejo as máscaras
dos artistas
ardilosos;
os esquemas
elaborados
dos
calculistas matemáticos.
Sou
desatenta
ao que não
me interessa:
as astúcias são
o patamar
ao qual não
tenho qualquer aspiração.
Gosto da
nudez das almas
cobertas com
a transparência
da
sinceridade.
Não há máscara
que me cative.
Não há
máscara
que limpe as
impurezas que correm
nos rios que
saciam a nossa sede
de vida
plena…

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