Abro os
olhos: foste.
Vejo a tua
almofada
e, na tua
ausência,
abraço-te de
alma perdida.
O teu cheiro
envolve-me
na suprema
arte que compomos:
agarro-te com
a vontade que me acordou.
Ando às
voltas nos lençóis
que nos
conhecem tão bem!
e sinto-te a
vir a mim
com o
impulso que te foge.
No final, vejo-te
desvanecer
nos sentidos
que perdi
e acordo
para tudo
aquilo que
não tenho.

É tão bom abrir o computador e ler os poemas do "Brisa de Palavras", até o dia começa melhor...
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