A tua entrada
frondosa,
e
polida, refresca-me
a memória apagada
pelo tempo.
Era feliz. Era
catraia.
E, quando
folheio as recordações
que em mim
habitam,
és toda
brilho e encanto.
(Adorava
brincar
neste país
encantado
com as
fantasias que cresceram
juntas com a
minha infância.)
Foste tu que
me acolheste
quando
suspirei pela primeira vez -
és a prova
viva da felicidade
na
simplicidade.
Não és como
te imagino.
És como te
vejo:
agora:
a casa que
me viu nascer.

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