Descanso na alameda das quimeras
que brilham os meus dias
e iluminam as minhas noites.
O caos que vejo
(de olhos fechados para o vazio)
é ruído que não sinto
na alma que escudo:
viro as costas ao cinzento da vida;
abraço todas as cores, alegres,
que dançam no céu que nos abriga.
As estrelas trazem boas-novas:
um novo dia virá!
Feliz,
repouso o corpo que me pesa
o fardo que carrego e
adormeço nos sonhos que acolho
com o prazer da esperança:
amanhã será melhor.

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