Adoro esse teu jeito de ser:
meio sem jeito, meio envergonhada;
meio divertida, meio engraçada;
meio independente, meio valente;
meio espontânea, meio com vontade;
meio por inteiro em tudo que fazes,
meio com tudo o que dás de ti.
Contigo não quero partilhar tecto,
pois o tecto esconde as estrelas
e o infinito que quero multiplicar
pelo muito que somos juntos.
Não nos quero entre quatro paredes,
pois separam o que fazemos
do que sentimos longe do mundo
que nos aguarda ansiosamente.
Contigo quero
segredar confidências,
reproduzir afectos,
beber sensações,
tocar o que dói,
viver o que não morre.
Por tudo o que me fazes ser
de cada vez que te tenho em mim
digo em alta voz:
és o meu melhor pecado.

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