Como posso
sentir-te minha
se não te
tenho nos meus braços
aninhada em
nós apertados?
Como posso ver-te
segura
se te vejo
cada vez mais longe
de tudo o
que já passou?
Como me
atrevo a não olhar-te
se és muito
que tantos desejam
saborear cada
verso teu?
Como ouso
não me dedicar-te
se sei que
és tudo o que percebes
com tal intensidade
sem fim?
Como posso
saber-te tão bem
e continuar
preso ao que sou?...

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