Foi num dia à tarde
que, sozinha,
à beira do lago
azul e reluzente,
o vi.
Lá estava ele,
sentado,
encostado a uma árvore.
A ler.
A sonhar.
A viajar.
Quem sabe?
Quem me dera ser o livro.
Quem me dera ser o sonho.
Quem me dera estar no sonho.
Viajei.
Fui ter com ele.
Fui ler o livro com ele.
Regressei.
Acordei e estava no outro lado da margem.
Que pena!!
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