Trajectos
que se cruzam
na planície
da existência.
Encruzilhadas
linhas
que ninguém
percebe:
só o tempo,
com a calma
que lhe é
devida
(qual mestre
oriental),
consegue dar
provas
dos porquês
dos acasos:
os tropeções
que recebemos;
as pessoas
que aprendemos.
Os acasos
não existem.
As
coincidências também não.
Nascemos na escuridão;
crescemos na dúvida;
partimos iluminados.
E é essa luz
que nos orienta,
que nos
ensina
e que nos
diz que, afinal,
TUDO vale a
pena.
Não fosse a vida
a origem
de todos nós.

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