Da solidão
pouco ou nada sei.
Sei que vivo
nela
quando os meus pensamentos
me levam da
vida para os sonhos
e saio para
dentro de mim.
Agora que
penso nisto,
não sei se é
o que é
ou se é o
que sou:
eu acompanhada
das palavras
que tenho
entre
momentos que já vivi
e pessoas
que encontrei.
(Solidão
desencontrada
na alma que
me resta).
Mas neste
pouco ou nada saber,
vivo as
vezes que quero
o abraço que
desejo apertar,
o olhar que
sinto prazer
e o anseio
que sei até tremer.
E esta
solidão que nada temo
traz-me um
forte cheiro a vida
com vontade
a sempre mais
um pouco só
para mim.
É o meu
momento solidão.

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