Como é que
alguém
de um mundo tão
desigual
se deixa (a)trair
pela banalidade?
Será que os
olhos conseguem distrair
a essência encantada
com o inesperado
seguida, mais
cedo que tarde,
da revelação
na forma do impossível?
Ou será que
o Sentir,
guardado nas
profundezas do Ser,
clama por
este mundo cheio de
regras e
normalidades,
injustiças e
humanidades?
Será que,
afinal,
a alma vê
mais certo que o pensamento
e a razão
vive bem dentro do coração?

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