Eu aqui.
Tu aí.
Tão
distantes
quanto a
distância pode estar.
E tudo
começou daí.
Tão longe de
imaginarmos
o tudo que
queríamos
sem sabermos
de nada.
Sem sabermos
de nós.
E mesmo sem
sabermos:
tudo virou
nada
ao virar de
uma página.
Afinal, tudo
acabara
ainda antes
de nada começar.
Final de uma
estória
sem
princípio nem fim
de coisa
alguma.
Nada vira
tudo
sem razão
para tal
quando a
razão está longe

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