Queria eu
ter sabido o que hoje sei e nem sei o que faria.
O que me
faria.
Se calhar,
faria o que achava melhor para mim.
(espera: foi
isso que fiz.)
Ou talvez
não.
(achar é a opinião
de quem nada sabe: logo: erro na certa).
Por isso,
digo com toda a certeza que me assiste:
(agora que
sei alguma coisa)
não acho
nada.
Absolutamente
nada.
Apenas
encontro a cada dia que passa.
A mim.
E, melhor do
que isso:
encontro
cada vez mais e melhor.
Não acho
nada.
Nem me
importa o que acham.
Antes de
acharem, façam o favor de encontrar.
A mim.
E aí
falaremos com a sapiência de quem encontra o que realmente importa.

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