Ri-te.
Vá lá,
diverte-te
com a minha
ignorância.
Goza com a
minha falta de jeito
para lidar
contigo.
Dás-me com
uma mão
o que me
arrancas das entranhas:
o teu sarcasmo
é deveras desolador.
Mas eu
aguento.
Ri-te.
Vá lá,
diverte-te
com a minha inocência.
Nada disso
me importa.
Muito menos
me importo
com o que
fazes
com o que
sabes.
Cá estou eu
para te enfrentar.
Sou como sou
mediante o que penso.
E eu penso
muito, sabias?
E, neste
momento, penso:
podes saber
mais do que eu,
mas eu faço
de ti
o que bem me
apetecer.
Enquanto me
apetecer.
Até ao teu
fim…
és a minha
vida…

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