Não sei porque não sei
se virias.
Não sei se te sei.
Não sei se te sou.
Não sei.
E neste turbilhão de nada te saber
balanço tremida se saber seria bom.
Gosto de pensar que sim:
virias a correr, sôfrego.
Seria bom.
Virias sem pensares na razão.
Virias porque querias.
Virias porque Sim: sou eu.
Tal como sou
de cada vez que me sinto
a fugir de mim:
se te vejo
ou se te sonho.
Será que virias?

Claro! Não faltarei à leitura deste blog.
ResponderEliminarObrigada, João. O ritmo abrandou imenso, mas o prazer mantém-se. Beijo
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