O leito em
que me deito
nas noites
frias de inverno
tem um sabor
especial:
dá vontade de acordar
e ficar.
Ouvir a
chuva bater na janela
e não me
importar.
O bem que me
faz à alma
sentir o corpo
aquecido
no descanso
do que me pertence.
Não posso abandonar
a almofada e
deixar esfriar
os segredos
que contei:
o dia já é longo
e os
prazeres raros.
Venha
depressa a lua
que o sol
também amarga.
Saber que esta simples
cumplicidade minha
sabe tanto e
a tão pouco…

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